terça-feira, 31 de março de 2015

SOCRATES - AS TRES PENEIRAS

As três peneiras


Sócrates
Um rapaz procurou Sócrates e disse que precisava contar-lhe algo. 
Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:
- O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?
 - Três peneiras?
- Sim. A primeira peneira é a VERDADE.
O que você quer contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido contar, a coisa deve morrer aí mesmo. Suponhamos então que seja verdade.
Deve então passar pela segunda peneira: a BONDADE.
O que você vai contar é coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo?
Se o que você quer contar é verdade e é coisa boa, deverá passar pela terceira peneira: a NECESSIDADE.
Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta? E, arremata Sócrates:
- Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, você e seu irmão nos beneficiaremos. Caso contrário, esqueça e enterre tudo.
Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e levar discórdia entre irmãos, colegas do planeta.
Devemos Ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz.

Vamos Pensar...
1) Quem é Sócrates e o que ele quis ensinar com esse texto ?
2) Qual o sentido das “peneiras”, na leitura?
3) As pessoas que conhecemos, costumam ter esse comportamento?...”, quando ficam sabendo de algum fato, logo querem ser os primeiros a contar?”.
4) Você já procedeu assim alguma vez? Conhece alguém que age ou agiu desta maneira?
5) Em caso afirmativo houve conseqüências?  Enumere-as.
6) Um fato merece ser contado quando...
7) Como posso avaliar se o que vou falar é verdadeiro, bom e necessário?
8) É fácil ou difícil tomar conhecimento de alguma história, guardar segredo ou simplesmente esquecer que ouviu, sem maiores comentários.
9) Você já foi atingido por um mal-entendido assim? Em caso positivo, como se sentiu? Gostaria que algum amigo (a) passasse por uma situação constrangedora por conta de uma “fofoca”, assim?
10) É sempre bom ter-se em mente a seguinte máxima: “Fazer aos outros, somente aquilo que queremos que façam a nós”. Como você pode interpretar essa máxima? 




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